quarta-feira, 25 de maio de 2016

Saúde da Mulher

Por: Jane Veiga
Estagiária de Serviço Social
Unidade Antonia.

É fundamental que todas as mulheres tenham o cuidado com a sua saúde, passar com o ginecologista pelo menos uma vez ao ano, e sempre que for a consulta lembre-se de:
Anotar o nome do medicamento anticoncepcional se estiver tomando;
Marcar a data do início da sua última menstruação;
Levar os resultados de exames anteriores;
Evitar ir ao ginecologista durante o período menstrual;
Fazer uma lista com todas as suas dúvidas.

O ginecologista realizará exames essenciais para a saúde da mulher, como o Papanicolau, tem que ser realizado uma vez ao ano, este exame tem o objetivo de prevenir o câncer do colo do útero.
Existem outros exames que podem ser realizados no consultório médico:
Toque vaginal;
Especular;
Exame clínico de mama;
Colposcopia;
Vulvoscopia;
Video-colposcopia.

Outro exame que é importante que a mulher faça anualmente é a Mamografia, tem como objetivo prevenir o câncer de mama é indicado às mulheres acima de 40 anos. Mulheres a partir de 20 anos são indicadas a fazer o autoexame, que pode ser feito em frente ao espelho, de pé ou deitada.

Lembre-se sempre que em primeiro lugar vem sempre a sua saúde, pois se você não tirar um tempinho para se cuidar enquanto está bem, um dia poderá ser obrigada a ter tirar um tempo para cuidar da doença!

Fonte: Internet
Fonte: http://www.gineco.com.br/saude-feminina/exames-de-rotina/exames-de-consultorio/

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Mãe, este teu amor nos envolveu.

Teu olhar nos aproxima e nos ensina
Cada passo dado é como verso de uma canção
Que toca, eterniza, constrói vida e gera humanização.

Em teu rosto materno encontramos 
a expressão do mais singelo amor, 
que gera vida e é doação. 
A viver o que significa gratidão.

Mãe, tuas verdades iluminam as nossas verdades.
Sua forma de permanecer na nossa história
Faz-nos entender o que é amor sem medidas.

Nos teus braços fomos aprendendo a ter segurança e confiança.
Este jeito único de nos proteger e de nos envolver
Foi aos poucos ensinando valores que plenificam nossas relações.
E tem nos ensinado a cada dia um novo olhar de humanização.

Nosso coração é grato por cada gesto de cuidado,
Obrigada por cada noite de sono que você perdeu para nos alimentar e nos cuidar.

Neste dia dedicado a você, são tantos sentimentos, que envolve nosso ser.
Que faltam palavras para agradecer.
Tanto amor que nos ofereceu.
E nos proporciona a cada momento de nossas vidas.

Este seu amor que em nossa vida foi marcado tem nos ensinado
a enfrentar nossas lutas e tribulações,
pois de ti recebemos a forma de amar na liberdade,
Este sentido único que tem marcado a humanidade.
                    
Por: Samara Lima
(Educadora Social do Projeto Antonia)


terça-feira, 26 de abril de 2016

A mulher e sua Inserção no Mercado de Trabalho

Por: Rosimeire Oliveira 
(Estagiária de Serviço Social - Projeto Antonia).

Fonte: Internet
As lutas que as mulheres enfrentam diariamente para superar as desigualdades de gênero envolvem, em diversos momentos da história e contextos sociais, dramas, tragédias, resistências na família, na escola, no trabalho, na comunidade, no partido, entre outros.  Apesar, de reconhecermos que houve no decorrer dos anos importantes avanços, ainda estamos muito distantes da situação ideal.
Ao analisar a situação da mulher no mercado de trabalho a partir da década de 1970 até os dias atuais, a participação das mesmas no mercado de trabalho tem apresentado espantoso avanço. De acordo com Fundação Carlos Chagas, em 1970 apenas 18% das mulheres brasileiras trabalhavam e na atualidade somam mais de 52%4 exercendo alguma atividade.
A partir da década de 1980 a atividade produtiva fora de casa, tornou-se tão importante para as mulheres quanto a maternidade e o cuidado com os filhos, principalmente se comparados até a década de 1970 onde os efeitos da maternidade eram evidentes na vida das mulheres. Esse fator se deve a necessidade econômica das famílias para fazer frente, seja ao desemprego de vários de seus membros, seja a renda familiar diminuída ou mesmo, ainda que em menor medida, a presença de um maior poder aquisitivo de um segmento de famílias que mesmo na ausência de serviços públicos e particulares deem atenção a maternidade.
No entanto, é importante salientar que o ingresso da mulher no mercado de trabalho é uma mudança estrutural na composição da força de trabalho e é responsável por criar ambiente favorável para outras mudanças na situação de desigualdade de oportunidades.
Um estudo realizado pela Revista Geledés traz números que confirmam que as mulheres estudam mais e têm maior nível de instrução, desse modo, possuem formação em áreas que pagam menores salários e ocupam postos de trabalho com menor remuneração. Ainda observa-se salários menores para mulheres que ocupam funções idênticas as dos homens. Em 2010, o rendimento médio era de R$1.587,00 para os homens e de R$ 1.074,00 para as mulheres.
Portanto, faz-se necessário frisar que o emprego e a renda são dois componentes que criam condições para que as mulheres se libertem das incontáveis situações de opressão e humilhação que vivem na relação com os homens, o que lhes têm acarretado a incumbência do cuidado com os filhos e, na maior parte da vezes, dos idosos. O rendimento feminino tem crescente participação na renda familiar. 
Conclui-se que que por essa relação do cuidado com os filhos e para a promoção da igualdade de condições de inserção da mulher no mercado de trabalho, é fundamental que as políticas públicas universalizem entre outros o direito de acesso as creches, à educação (infantil, básica e média) preferencialmente de tempo integral.


Fontes pesquisadas:
Acesso em: 25/04/2016

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Maria Madalena, uma entra tantas “Marias”

Sabe-se que faz parte da humanidade o não interesse nas histórias de vida e das experiências de muitas mulheres que em momentos importantes deram sua contribuição com exemplos de fé, profecia e esperança na transformação da vida e realidade de seu povo.

Neste período que vivemos a Páscoa, iluminadas pela Ressurreição de Jesus, vivemos tempos de muita alegria, carregamos a certeza de que a vida não termina com a morte, percebe-se que ela é mais forte a ponto de ressurgir.
Temos figuras importantes de mulheres que estiveram presentes com Jesus neste momento de passagem e que com a singela participação foram agentes de mudança.  

Fonte: Internet
Entre tantas Marias, relembramos em especial de Maria Madalena, mulher que muito amou o Senhor, se apaixonou por seu Projeto de Vida e liberdade e o acompanhou até a morte na cruz (sentença última), pois foi àquele que muito questionou as autoridades e o sistema que oprimia os pobres de sua época.

Em seu íntimo, Maria Madalena fez uma verdadeira experiência de ressurreição, ao perceber o túmulo de Jesus vazio entra em desespero, e começa a chorar, perde o sentido e sente sua vida sem ideal e sem perspectiva, mas a esperança renasce no mesmo instante que ela escuta Jesus lhe chamar pelo nome: “Maria”! (Jo. 20,16)

O ressuscitado reaviva dentro de si a essência que havia perdido e faz-lhe reconhecer-se protagonista da ressurreição. Maria vai anunciar a todos a boa notícia: “Eu vi o Senhor” (Jo. 20,18). Quem fala não é mais aquela Maria que não compreendia o Projeto de Vida, liberdade, igualdade de gênero e de transformação social que Jesus pregava, mas quem fala é a Maria ressuscitada que encarnou em si estes ideias. 

Por: Luiza Pralon




quarta-feira, 6 de abril de 2016

ACROSTICO


Pouco a pouco, passo a passo...
Relembrando o legado, por Madre Antonia deixado,
Oferecer-se a Deus em oblação. E de um
Jeito simples e verdadeiro nos ensinou a amar,
Encontrando na escuridão de um
Triste olhar, a certeza de que esse era
O "próximo" a quem Jesus nos ordenou Amar.

Antonia, são várias, são únicas, imprimindo seu
Novo jeito de ser mulher; em meio as alegrias e
Tristezas, nem sempre compartilhadas; mas carregam
Os sonhos, as realizações, as frustrações...
Novo dia, novas Antonias, ou as mesmas  Antonias;
Inspiradas, amadas, ou maltratadas, com esperança que
Fonte: Unidade Antonia
Amanhã, seja escrita uma nova história.

Maria José (Estagiária de Serviço Social)




segunda-feira, 21 de março de 2016

21 de Março - Dia Internacional pela eliminação da discriminação racial

Como já dizia a Marcha das Mulheres Negras – 2015 
“Nossos passos vêm de Longe”
Fonte: Internet

A luta das mulheres negras pela sobrevivência e pelo direito vida, sempre existiu. Resistimos desde do sequestro de África, nos navios negreiros, vendo nascer nossos filhos e serem jogados ao mar.  Ainda hoje, muitas das reivindicações são as mesmas. Lutamos pela sobrevivência e direito a vida, lutamos por uma educação que nos reconheça e pela implantação efetiva da lei 10.639/2013[1], pelo direito a saúde, pelos espaços de representações políticas; lutamos contra o racismo, o sexismo, a discriminação e o preconceito. Estamos vivendo em tempo de conflitos; em tempo de risco de mais retrocesso e perda de direitos já conquistados. Tivemos avanços sim, mas numa escala mínima, muito pequena. Muitas mulheres negras foram para as universidades e se dedicaram as pesquisas em políticas de promoção da igualdade racial e enfrentamento ao racismo. Mas na ponta, na periferia as mulheres negras continuam passando por todas as mazelas causadas pelo racismo e desigualdades e continuam morrendo por violência.

O Mapa da violência 2015[2] – homicídios de mulheres no Brasil, aponta que entre 2003 e 2013 as taxas de homicídios de mulheres brancas caíram de 3,6 para cada 100 mil – essa queda representa 11,9%; enquanto as taxas entre as mulheres negras cresceram de 4,5 para 5,4 para cada 100 mil, isso representa um aumento de 19,5%. Isso significa que a porcentagem de vítimas negras, que era de 22,9% em 2003, cresce para 66,7% em 2013. Isso só afirma que infelizmente as Políticas Públicas não estão atingindo as mulheres negras. Somos atingidas pelo racismo, machismo e pela pobreza, que só nos coloca em um lugar maior de vulnerabilidade. Precisamos de fato, do debate amplo do racismo, do debate geral que atinge a estrutura do racismo, que incluam no debate toda a sociedade. Precisamos de fato, enfrentar o racismo e o racismo institucional e ter como eixo central para todas as políticas o enfrentamento do racismo.
Então, falar de posicionamento atual da mulher negra frente a eliminação da discriminação racial, ainda temos muito por avançar. Temos muito ainda para percorrer, precisamos ainda de muitas marchas das mulheres negras, precisamos ainda de muitos enfrentamentos para realmente termos uma mudança efetiva e acesso aos direitos.  

Por: Marisa Araujo Silva
Graduada em Serviço Social pela Universidade Santo Amaro -  Assistente Social. 
Militante do Movimento Negro e de Mulheres Negras.
Moradora do Município de Embu das Artes, São Paulo. 



[1] Lei 10.639/2013 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.
[2] vivario.org.br/negras-sao-as-maiores-vitimas-de-violencia/

sexta-feira, 18 de março de 2016

Semana da Mulher

Fonte: Unidade Antonia
A semana do dia 8 de março é sempre muito intensa de significado e por isto mesmo torna-se intensa de Ações, Manifestações e Eventos.

Desde a Unidade Antonia participamos no dia 8 de março da passeata na Avenida Paulista, junto com tantas outras mulheres e homens que manifestavam a favor dos direitos das mulheres. A Passeata teve inicio na Avenida Paulista e terminou na República.

“Foi um momento de luta e revindicação do direito das mulheres e pelo direito a liberdade no país. Um momento político, mas no verdadeiro sentido da palavra político” Sic. Ir. Marilda

No dia 09 de Março, junto com o Centro de Cidadania da Mulher participamos de uma Ação na Praça Salim Farah Maluf em Santo Amaro. Esta Ação contou com: Oficinas temáticas, apresentações  Cultural, Música ao vivo, espaço de beleza gratuito, entre outros...
  
Fonte: Unidade Antonia
 Lucia Alves dinamizou a oficina com a temática de Gênero.

Rosilene, Rosimeire, Maria José e Luiza ficaram ao lado do Ônibus da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, fazendo abordagem e explicando o sentido do dia Internacional da Mulher. 

Fonte: Unidade Antonia
Fonte: Unidade Antonia